
Teus braços, de que servem
esses braços
de frouxos abraços
E esses olhos que vêem
através
e namoram horizontes
E teus pés que caminham
por caminhos
cada vez mais distantes
Tua boca (me diga),
de que serve
essa boca
de obscuras metáforas
e suspirosos silêncios
Pelo menos, quando te beijo
podias disfarçar
o bocejo
Um comentário:
ana, apesar de vc afogar as bonecas na infância, eu gosto de vc
beijos
e bons escritos
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